Reportagens

Reportagens2018-12-04T19:00:43-02:00

Matéria sobre Veterinária

🐾Papo Pet com Dr. Filetti🐾 – Animal de estimação proporciona saúde

Criança se torna mais cooperativa no ambiente hospitalar.

 

A ciência já comprovou que animais de estimação fazem bem a saúde, afirma o médico veterinário Eduardo Ribeiro Filetti, ao reforçar que pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, realizaram estudo de 12 anos que mostrou que, para pessoas que vivem sozinhas, a presença de cães diminui em 33% as chances de morte e em 36% o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. A possibilidade de infarto cai 11%. Para quem mora com mais pessoas, também há benefícios: risco de morte reduzido em 11% e de doenças do coração por volta de 15%.

Filetti frisa que o amor incondicional que os animais de estimação têm por seus tutores e vice-versa é essencial para o combate de diversas doenças, principalmente os males emocionais. Chamada de pet terapia ou Terapia Assistida por Animais, o uso de bichos domésticos para fins terapêuticos é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Em alguns estados, como Mato Grosso, São Paulo e Rio Grande do Sul, leis foram sancionadas para permitir a presença de animais de estimação em hospitais públicos e privados, como forma de auxílio terapêutico, em especial de doenças como depressão e ansiedade.

As pesquisadoras Andreia Maria Heins Vaccari e Fabiane de Amorim Almeida, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, constataram que a visita dos animais a crianças doentes descontrai o ambiente, propicia maior interação do paciente com os profissionais e demais crianças. Contribui para que a criança se torne mais cooperativa nos procedimentos hospitalares, além de atuar como estratégia alternativa no alívio da dor e do desconforto.

Está claro também, enfatiza o médico veterinário, que a convivência com pets reduz a sensação de solidão, a ansiedade e a depressão. O contato com os animais, faz os seres humanos produzirem mais hormônios como a ocitocina, prolactina e a serotonina que melhoram o humor: “Criar um bicho em casa ajuda a reduzir a pressão sanguínea, colesterol e o triglicérides, além de melhorar a função cardíaca e prevenir doenças cardiovasculares. Passear com cachorro é uma boa maneira de perder peso. Ter animal de estimação é efetiva medida preventiva para a saúde física e mental dos seres humanos”.

Eduardo Ribeiro Filetti é médico veterinário pós-graduado em Saúde Pública e professor universitário

Saiba mais em: JORNAL PERSPECTIVA

Lei estadual de SP prevê focinheira para cães de algumas raças

Cães das raças “mastim napolitano”, “pitbull”, “rotweiller”, “american stafforshire” devem sempre usar equipamentos de segurança em vias públicas

A Lei Estadual n0 11.531 de 11/11/2003, homologada pelo então governador Geraldo Alckmin, proíbe a circulação de cães das raças “mastim napolitano”, “pitbull”, “rotweiller”, american stafforshire” e raças derivadas sem os seguintes equipamentos: coleira, guia curta, enforcador e focinheira em vias públicas, como ruas, praças e parques. Dessa forma quem não cumprir a lei pode ser multado em mais de R$ 270,00 e no caso de reincidência o valor dobrará.

De acordo com o advogado Bruno Neves, o proprietário ou detentor do animal responde civil e criminalmente pelos danos que este vier a causar a terceiros, estando sujeito à reparação por danos materiais, morais e estéticos sofridos pela vítima, além da pena de prisão de dez dias a dois meses, ou pagamento de multa.

O episódio envolvendo o ataque de um pitbull contra uma menina de 5 anos na orla da praia em São Vicente no último dia 27 de junho, levantou a polêmica sobre o assunto, segundo os pais da criança, o cachorro que estava passeando com o ex-deputado Luciano Batista não tinha focinheira.

A menina passou por uma cirurgia e já está melhor. A ação rápida da mãe e do deputado que lutaram contra o cão foi essencial para salvar a vida da criança.

Por essas circunstâncias, fica nítida a falta de informação sobre a lei, muitas pessoas que saem de casa com cachorros de raça, não levam a focinheira, por simplesmente desconhecer a legislação.

Existe ainda a falha de fiscalização e orientação das autoridades sobre o tema, o que seria de extrema importância para tais fatos não acontecerem novamente.

Cuidados

A pessoa que tem um cão destas raças que não podem sair sem proteção devem tomar diversos cuidados. Segundo o médico veterinário Eduardo Filetti, é fundamental seguir algumas recomendações “O ideal é sair com estes cachorros no começo da manhã e durante a noite, pois o horário recebe um fluxo menor de pessoas e também pela proteção do cão, pois a focinheira atrapalha a troca respiratória do animal, feita pela boca, devido as poucas glândulas sudoríparas, assim em temperaturas mais amenas é possível haver um equilíbrio térmico.

Filetti também enfatizou a obrigatoriedade do uso da focinheira em qualquer ambiente público. Além disso, a escolha dos usos de equipamentos de segurança, como as coleiras e o enforcador, devem ser realizadas com muita atenção para não machucar o cachorro.

Em caso de ataque de um cão, é necessário lavar o ferimento com água e sabão e também procurar atendimento nos hospitais, seguindo as normas passadas pelo médico.

Eduardo Ribeiro Filetti é médico veterinário pós-graduado em Saúde Pública e professor universitário

Saiba mais em: MUNDO DOS PETS

Em tempos de isolamento social, pets trazem benefícios à saúde de seus tutores

Animal de Estimação Propicia Saúde

*Eduardo Ribeiro Filetti é médico veterinário, professor da Universidade Santa Cecília, mestre em Saúde Pública e pós-graduado em clínica de felinos, e especialista em clínica médica e cirurgia de pequenos animais 

A Ciência já comprovou que animais de estimação fazem bem a saúde. Pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, terminaram estudo de 12 anos que mostrou que, para pessoas que vivem sozinhas, a presença de cães diminui em 33% as chances de morte e em 36% o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. A possibilidade de infarto cai 11%. Já para quem mora com mais pessoas, os benefícios são um pouco menores: risco de morte reduzido em 11% e de doenças do coração por volta de 15%. 

O amor incondicional que os animais de estimação têm por seus tutores e vice-versa é essencial para o combate de diversas doenças, principalmente os males emocionais. Chamado de pet terapia ou Terapia Assistida por Animais, o uso de bichos domésticos para fins terapêuticos já é reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina e pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Em alguns estados brasileiros, como Mato Grosso, São Paulo e Rio Grande do Sul, leis foram sancionadas para permitir a presença de animais de estimação em hospitais públicos e privados, como forma de auxílio terapêutico, em especial de doenças como depressão e ansiedade. 

As pesquisadoras Andreia Maria Heins Vaccari e Fabiane de Amorim Almeida do Hospital Albert Einstein constataram que a visita dos animais para crianças doentes descontrai o ambiente, propicia maior interação do paciente com os profissionais e demais crianças. Contribui também para que a criança se torne mais cooperativa nos procedimentos hospitalares, além de atuar como estratégia alternativa no alívio da dor e do desconforto. Constatam que essa atividade traz benefícios não só para a criança, mas também para os adultos que cuidam dela.

Um estudo feito pela Universidade de Nova York, mostrou que os pets são uma das melhores maneiras de combater o estresse. A pesquisa testou níveis de estresse nas pessoas em situações sozinhas, com seu parceiro, com seu animal e com seu parceiro e animal. Eles notaram que a ocasião de maior relaxamento e tranquilidade foi quando estava com seu animal.

Está claro que esta convivência reduz a sensação de solidão, a ansiedade e a depressão. O contato com os animais, faz os seres humanos produzirem mais hormônios como a ocitocina, prolactina e a serotonina que melhoram o humor.

Muitas famílias escolhem ter um cão para brincar com os filhos, outras preferem não ter animais pois acreditam que os filhos possam desenvolver alergias. Porém, a chance de a criança ter este tipo de problema são 40% menores tendo um animal de estimação. Isto porque a convivência com eles desenvolve um sistema imunológico mais forte, este efeito não acontece entre os adultos que já sofrem de alergias. Segundo cientistas da Universidade de Melbourne, animais de estimação podem fazer bem para a saúde das crianças. Depois de fazer uma pesquisa com aproximadamente 8.500 adultos, eles descobriram que as crianças que foram expostas a animais até os cinco anos tiveram menores taxas de alergia nasal na adolescência.

Criar um bicho em casa ajuda a reduzir a pressão sanguínea, colesterol e o triglicérides. Melhorando a função cardíaca e prevenindo doenças cardiovasculares. Passear com cachorro é uma boa maneira de perder peso, estas caminhadas diárias são mais frequentes do que se a pessoa não tivesse um animal de estimação.

Ter animal de estimação é efetiva medida preventiva para a saúde física e mental dos seres humanos.

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matéria para: Jornal da Orla

 

Leishmaniose na Baixada Santista – Tribuna Livre

Leishmaniose traz preocupação a Baixada Santista

A Baixada Santista  tem se deparado com muitos casos de Leishmaniose, o que tem preocupado muito a população, principalmente os proprietários de animais. Trata-se de uma doença infecciosa em animais e humanos causada por protozoários parasitários do gênero Leishmania transmitidos pela picada de insetos da subfamília Phlebotominae. Existem três tipos principais: leishmaniose cutânea, leishmaniose mucocutânea e leishmaniose visceral.

Casos

Hoje, contabilizamos mais  de 30 casos somente na  cidade de Santos. Não é um número de casos que qualifique como epidemia, mas é importante ficarmos atentos para evitarmos essa concretização.  Afinal, houve um surto dessa doença no Estado em 2018, preocupando as autoridades públicas de Saúde. Neste ano, houve muitos casos identificados no Morro do São Bento, em Santos, que torna de vital importância a propagação das causas, prevenção e consequências dessa doença que pode levar a óbito animais e seus donos.

Classificada entre as seis endemias prioritárias no mundo (segundo o Ministério da Saúde), a Leishmaniose acomete principalmente cães, gatos e humanos, e é desconhecida por muitas pessoas. Os números revelam o impacto dela no Brasil: 90% dos casos da Leishmaniose Visceral Canina na América Latina acontecem no Brasil. Entre o ano de 2009 e 2013, 18 mil casos foram confirmados em humanos. A doença vem ganhando a atenção de todos, pois os casos estão aumentando a cada ano, assim como a taxa de mortalidade de cães e humanos.

Os cães são considerados reservatórios da Leishmaniose e fonte de infecção para o vetor (inseto). Ou seja, a doença não passa de cão para cão, nem de cão para pessoa, somente pela picada do mosquito transmissor infectado.

Os sintomas demoram de dois a três anos para aparecer no animal e incluem pele e mucosas com feridas, queda de pelos da orelha e em volta do nariz, emagrecimento e crescimento exagerado da unha. Os órgãos internos como fígado, baço e pulmão, são afetados. Já em humanos os sintomas são febre intermitente por semanas, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento, anemia, palidez, aumento do baço e do fígado, comprometimento da medula óssea, problemas respiratórios, diarreia, sangramento na boca e nos intestinos. Quem apresentar os sintomas deve sempre procurar o veterinário de sua confiança.

Prevenção

Para prevenir, quem mora em área de mata devem usar repelentes e roupas de manga comprida – o mesmo vale para quem for fazer trilhas. Já os cães devem usar coleiras com repelente, ficar em áreas teladas e, se possível, serem vacinados contra o problema.

Importante esclarecer que a doença é qualificada como infecciosa, mas não é contagiosa. Não passa pelo toque, somente e exclusivamente pelo mosquito transmissor.

Poder Público

O Poder Público tem feito sua parte, tendo realizado exames e criado uma Comissão de Investigação, Prevenção e Controle da Leishmaniose e dado capacitação periódica aos agentes de controle de endemias e demais profissionais de saúde da rede municipal.

Cabe a população também agir nesse sentido, realizando exames e principalmente dando atenção aos nossos animais, colocando coleira repelente e mantendo em locais telados em caso que se confirme a doença que não tem cura, mas quanto antes identificada facilita o controle e o tratamento da doença.

Se todos nos empenhamos, a Leishmaniose não vencerá essa guerra na Baixada Santista.

Eduardo Ribeiro Filetti é médico veterinário pós-graduado em Saúde Pública e
professor universitário

Eduardo Filetti passa para a cadeira número 72 do INSTITUTO HISTÓRICO DE SÃO VICENTE

Confrade e Amigo Eduardo Filetti,

No dia do seu Aniversário, além do abraço de Amigo e Confrade,
gostaria de agradecer pela Amizade que cultivamos nestes anos de
convivência.

Feliz Aniversário, com  muita PAZ, LUZ, e  muita SAÚDE.

Que no dia de hoje, esteja acompanhado das pessoas que lhe querem
bem.

Um abraço forte,

Adm. Edson Santana do Carmo
Confrade Diretor Secretário do IHGSV

(*) Informo que houve uma redução do número de Cadeiras no IHGSV que passou
de 200 para 100, e por conta da reestruturação, você passou a ocupar a
Cadeira de nº 72 cujo Patrono é Vital Brazil.

Eduardo Ribeiro Filetti é Eleito Conselheiro do Instituto Histórico de Santos

Instituto Histórico e Geográfico de Santos

Fundado em 19 de janeiro de 1938

Utilidade Pública: Leis nº 1073/49 (Municipal) / nº 6372/61 (Estadual) / nº 865/49 (Federal)

CNPJ: 58.250.358/0001-52

Av. Conselheiro Nébias, 689 – Santos/SP – Tel: (13) 3222-5484

Santos, 30 de junho de 2020.                                                                                   IHGS-012/2020

 

DIRETORIA E COMISSÕES PERMANENTES DO IHGS NO PERÍODO 2020-2021

 

Apresentamos a relação dos cargos de nossos Confrades e Confreiras em referência:

 

                                 Diretoria

Presidente:         Sergio Willians dos Reis

Vice-Presidente: Lupércio Mussi

Secretário:          Luis Gilberto Moreira Corrêa

Tesoureira:         Marli Nunes de Souza

 

Conselho fiscal

Tânia Pratas Guimarães Rios                  Suplentes:

Clóvis Pimentel Júnior                              Milton Teixeira Filho

José Geraldo Gomes Barbosa                 Eduardo Ribeiro Filetti

 

                                 Comissões Permanentes

 

História do Brasil                                   História do Estado de São Paulo

Edson Santana do Carmo (Coord.)         Maria Apparecida Franco Pereira (Coord.)

Igor Meneses Lopes                                Gabriel Davi Pierini

José Geraldo Gomes Barbosa                Tânia Pratas Guimarães Rios

Jorge Monteiro Junior

Paulo José Gallotti Bonavides

 

Geografia                                                Biblioteca e Genealogia

Sergio Willians dos Reis (Coord.)            Valderedo Teixeira Junior (Coord.)

Gilselia Lemos Moreira                            Adelson Portella Fernandes

Maria Zilda da Cruz                                 Hermínia Cristina Ladaga Mariano Teixeira

 

Acervo Patrimonial                                Publicações oficiais

Luis Gilberto Moreira Corrêa (Coord.)     João Jorge Peralta (Coord.)

Lupércio Mussi                                         Braz Antunes Mattos Netto

Milton Teixeira Filho                                 Carolina Hervelha Ramos

 

Eventos                                                  Comunicação e Tecnologia

Marli Nunes de Souza (Coord.)               Elcio Rogério Secomandi (Coord.)

Clóvis Pimentel Júnior                             Lúcia Maria Teixeira

Rogério Aparecido Dedivitis                    Gilmar Domingos de Oliveira

 

Atenciosamente,

 

Eng. Luis Gilberto Moreira Corrêa

Confrade Diretor Secretário

Como o coronavírus se desenvolve em cães e gatos

Doença nos animais é menos agressiva do que em humanos

Na última semana, um pastor alemão foi diagnosticado com a Covid-19 nos Estados Unidos, de acordo com as autoridades locais um dos donos do cachorro já estava infectado pela doença.

Com isso, muitas pessoas ficam em dúvida do contágio da doença nos pets.

Segundo o médico veterinário, Eduardo Filleti o vírus se manifesta de maneira oposta aos cães e gatos em relação aos humanos “O coronavírus no cão causa uma gastroenterite hemorrágica, ou seja, vômitos e diarreias com sangue, a prevenção destes sintomas pode ser feita pela vacina V10”.

Além disso, ele ressaltou que se o tratamento for feito desde o inicio, as chances de recuperação é grande, vale ressaltar que a Covid-19 nos cachorros já existe há mais de 20 anos.

O coronavírus no gato se comporta de outra forma, grande parte será assintomático e outros terão complicações respiratórias ou digestivas que podem ser tratadas com alta possibilidade de recuperação.

Para Filetti, uma pequena parte dos gatos, cerca de 0,5 a 1% desenvolverá a peritonite infecciosa dos felinos, com grandes riscos de óbitos, pois o tratamento é complicado e traz estresse ao animal.

Transmissão e Cuidados

O coronavírus nos animais se manifestou em pontos isolados no mundo, por enquanto não há momento para pânico. Os cachorros e gatos não transmitem a doença para humanos.

A verdade é que os pets durante essa pandemia vem ajudado muito as pessoas, principalmente aquelas que moram sozinhas e tem nos cães um grande amigo.

Em relação aos cuidados, é preciso higienizar as patas e evitar sai de casa com eles, caso haja necessidade quando voltar da rua, o animal deve tomar um banho.

Eduardo Ribeiro Filetti é médico veterinário pós-graduado em Saúde Pública e professor universitário

saiba mais em: Boqnews

 

 

Eduardo Filetti discute proliferação de pombos no Guarujá na sexta-feira (29)

 

A população de pombos na Baixada Santista será tema de encontro realizado pela Prefeitura de Guarujá, que acontece na sexta-feira (29), no auditório da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (Afpesp), que fica na Avenida General Rondon, 643 – Astúrias. O ápice do encontro será uma palestra do médico veterinário e professor universitário, Eduardo Filetti, que há 20 anos A desenvolve um acompanhamento da população de pombos na região com pesquisadores da Universidade Santa Cecília. O evento ocorrerá das 14 às 17 horas e terá a presença do prefeito de Guarujá, Válter Suman, além de convidados. A iniciativa é da Secretaria de Saúde, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente. Filetti abordará a questão do manejo dos pombos e as doenças que esses animais causam, entre outros aspectos.

O presidente da empresa Loremi (de saneamento ambiental), Maurício Loremi, também participará do encontro. Em sua palestra, o químico falará sobre as barreiras e a forma de manter estas aves afastadas do convívio humano destacando os principais hábitos da espécie.

O encontro é voltado aos agentes do controle de endemias, comunitários de saúde (ACS), sendo dois representantes de cada unidade básica (UBS) e de saúde da família (Usafa), além das equipes de vigilância epidemiológica, sanitária e de zoonoses.

Estratégia
De acordo com o diretor de Vigilância em Saúde da Prefeitura, Marco Antônio da Conceição, o objetivo do encontro é discutir o manejo de pombos e a sua proliferação e como minimizar os problemas gerados. “Juntos, queremos de
alguma forma, traçar um plano para que essas aves não se multipliquem ainda mais. Nossa equipe de combate à dengue, por exemplo, já iniciou trabalho de orientação com ambulantes e quiosqueiros sobre alimentação para pombos”, conta ele sobre a ideia de torná-los parceiros e multiplicadores de informação. “Contamos com eles nesta ação, pois eles também sofrem com isso”, ressaltou.

A preocupação da Prefeitura de Guarujá acerca da importância em debater o assunto ocorre devido às duas mortes registradas neste ano na Baixada Santista, por criptococose.

A doença, conhecida como doença do pombo, é infecciosa e causada pela aspiração do fungo Cryptococcus, presente nas fezes de aves, principalmente pombos.
Geralmente, os pombos fazem seus ninhos em telhados, forros, caixas de ar condicionado, torres de igrejas e marquises.

Alimentar esses animais faz com que eles se viciem e retornem sempre onde foram alimentados. Além disso, a disponibilidade de comida faz com que a fêmea fique mais disposta a procriar.

A sua proliferação é hoje um problema de saúde pública, pois gera várias doenças graves podendo deixar sequelas e até levar à morte.

Além disso, a Prefeitura mantém fiscalizações e vistorias pós-reclamações de munícipes nos bairros da Cidade, conforme cronograma semanal. A Unidade de Vigilância em Zoonoses fica na Avenida Adriano Dias dos Santos, 303, no Jardim Boa Esperança. O horário de funcionamento é das 8 às 17 horas.
Telefone: 3355-6300.

Doenças causadas pelos pombos: Criptococose, Histoplasmose, Salmonelose, Ornitose, Dermatites e Alergias.

Cuidados com os pombos:

  • Nunca alimentá-los (proibido por lei municipal desde 2018 no Guarujá);
  • Umedecer as fezes dos pombos com desinfetante antes de varrê-las;
  • Utilizar luvas e máscara ou pano úmido para cobrir o nariz e a boca ao fazer a limpeza do local onde estão as fezes;
  • Vedar buracos ou vãos entre paredes, telhados e forros;
  • Colocar telas em varandas, janelas e caixas de ar condicionado;
  • Não deixar restos de alimentos que possam servir aos pombos, como ração de cães e gatos;
  • Utilizar grampos em beirais para evitar que os pombos pousem;
  • Retirar ninhos e ovos; Acondicionar corretamente o lixo em recipientes fechados.

Eduardo Filetti correndo os 10 Km A Tribuna 2019

Corrida 10 km ATribuna dia 19 de maio de 2019 Eduardo Filetti correndo na elite B na primeira turma da academia Up