Filetti News

Filetti News2020-07-02T17:10:58-03:00

Manchinha que jamais sairá da memória

A morte de Manchinha, cão assassinado por um segurança do supermercado Carrefour em Osasco chocou o país nessa semana. Como alguém pode cruelmente matar um animal pensando em interesses comerciais. A revolta tomou conta das ruas, das ongs de defesa da vida animal, da imprensa e das redes sociais. É o momento para refletirmos sobre as mudanças da sociedade.

Há algumas décadas, quem acreditaria que estivéssemos celebrando casamentos entre pessoas do mesmo sexo e esses casais frequentariam livremente ambientes comuns exibindo o amor e o laço afetivo que os une? Meu amigo,
advogado Vasco Vieira, sempre me diz que daqui poucos anos os animais de estimação, em especial cães e gatos, estarão comendo à mesa como membro das famílias, pois o laço afetivo que une esses animais às pessoas muitas vezes transcende até mesmo o elo consanguíneo da mesma espécie, ou seja pode ser até mais forte que o laço familiar.

Esse amor, carinho e respeito é conquistado na relação. Nessa semana, o mundo teve prova disso ao se encantar com Sully, o labrador do ex-presidente norte-americano George Bush que fez questão de zelar o caixão do presidente
durante o seu velório. Lealdade que muitos humanos não possuem. Respeito que muitos humanos não expressam.

Afinal, os cães e gatos podem existir e ter seus direitos respeitados? É óbvio que sim! A lei diz que é dever do Estado proteger os animais, tanto que o Ministério Público estadual está investigando o falecimento de Manchinha e com certeza punirá os culpados.

Precisamos aproveitar esses momentos e fazermos a discussão que nos cabe.
Devemos tratar os cachorros com amor e amizade como eles nos tratam? Claro que sim.

É natural o conceito de cachorro comunitário. Alguns comércios possuem seus animais dentro das lojas. Algumas comunidades têm seus cachorros circulando livremente, como Robinho, adotado pelos taxistas e comerciantes da
confluência do Canal 1 com a Floriano Peixoto. Os animais, em especiais os cães, podem trabalhar e coexistir com os humanos com respeito. Deve ser benéfico para todas as partes. Os cães comunitários devem existir e podem
colaborar inclusive com a segurança de ruas e lojas onde conhecedor da vizinhança e com o devido treinamento, eles podem colaborar e muito na intimidação da ação de marginais, por exemplo. Cabe aos legisladores produzirem leis nesse sentido.

Cão precisa de apoio. Em 1987, com estudantes da Faculdade de Engenharia da Universidade Santa Cecília desenvolvemos a primeira cadeira de rodas para cães. A inclusão e o respeito são o melhor caminho.

Nesse sentido, cabe elogiar um Posto Shell de São Paulo que contratou o vira-lata Negão para trabalhar, recebendo salário e moradia, com uniforme e crachá. Há notícias de empresas em Manaus que contratam cães para atuar na
segurança dando inclusive direito a férias aos mesmos. Isso é inclusão e respeito aos animais.

Ao Carrefour, aconselho construir uma estátua de Manchinha em todas as suas unidades e permitir desde já a circulação de animais em suas lojas e até obrigando as unidades a possuírem no quadro de colaboradores um pet. Claro que nenhuma dessas ações substituem a vida de Manchinha. Ela é insubstituível. Mas, é a maneira de transformarmos essa mancha da falta de respeito humana em um aprendizado eterno a comerciantes, pessoas e animais.
Respeito é tudo. Essa Manchinha será indelével em nossa memória e de todos aqueles que se dizem humanos.

Eduardo Ribeiro Filetti – Médico Veterinário, Professor Universitário, Pós
Graduado em Saúde Pública pela Unifesp

Vida Animal: Defesa sempre, mas bom senso em primeiro lugar

Como precursor da Defesa da Vida Animal, onde milito desde os anos 80 doando animais carentes em nossa clínica, sou entusiasta do momento que o tema vive em nossa Região. Temos muitos defensores, elegemos representantes comprometidos com a causa em toda Baixada, e avançamos muito, como com a criação do Parque de Cães feito pelo prefeito Paulo Alexandre na Praça do Sesc, em Santos.

Mas, é preciso bom senso, inclusive na Defesa da Vida dos Animais. Há muita vontade de fazer que precisa ser canalizada para produzirmos conquistas sustentáveis. Não sou favorável ao PLC 14/2019, do vereador Benedito Furtado (um entusiasta da causa que merece respeito), que quer proibir a concessão e
a renovação de alvará de licença, localização e funcionamento de canis, gatis e estabelecimentos comerciais de animais domésticos. Já aviso que não sou dono de estabelecimentos desse tipo. Porém, penso que a questão é outra.
Nem todo canil ou gatil maltrata animais, assim como nem todo político é ladrão. A exceção não pode ditar a regra. É uma atividade importante, que gera receitas e que permite a famílias e crianças a terem os animais das raças que desejam, sem maltratar nenhum deles. Temos que lutar por fiscalização nesses estabelecimentos e não a finalização deles.

Importante salientar que tramita na Câmara Federal desde 2015 o Projeto de Lei 3984, do ex-deputado Goulart (PSD-SP) que quer proibir a venda de animais em petshops, permitindo apenas nos criadouros próprios. É uma forma de acabar com a revenda e um projeto mais crível à causa. Deveríamos lutar pela pautação disso ao invés de municipalizarmos o que pode ou não ser vendido, que é uma questão que envolve todo o país e sua cultura, com todo
respeito a vida dos bichinhos.

Outra pauta da Vida Animal na moda é a campanha “Vai ter Cachorro na Praia em Santos”, propagada pelo técnico Jorge Sampaioli, do Santos FC, que divulgou o tema em uma coletiva do clube. Outro ponto complexo que me posiciono desfavoravelmente, por bom senso e principalmente preocupação com a vida dos animais.

Hoje, a Lei Municipal 3.531/1968 proíbe cães e gatos na faixa de areia da praia, com multas de até R$ 500,00. Os cães e gatos na praia só no colo dos donos. A lei foi criada para evitar a contaminação por bicho geográfico e doenças como a toxoplasmose.

Mas, tem outra preocupação importante que é a própria Saúde dos cães e gatos na areia. A balneabilidade das praias santistas não é a ideal há anos. Essa água poluída pode sim causar doenças nos animais. Se entrar no mar, e a água
entrar no ouvido, os bichos podem ter infecções nas orelhas por causa de fungos e bactérias, algo semelhante a otite dos humanos. Outro ponto são os olhos. Os animais são susceptíveis a conjuntivites em virtude dos raios solares e da areia, ficando com vermelhidão nos olhos, lagrimas e com os olhos coçando.

Aconselho aos defensores da vida animal, tão importantes e vitais na sociedade, a conversarem com os veterinários antes de proporem ações. Afinal, de bicho, a gente entende e estuda para isso. Nós devemos buscar mais parques públicos, semelhantes ao da Praça do Sesc, na Zona Noroeste e mesmo no Emissário Submarino. Espaços onde os animais poderão interagir e brincar sem perigo. Afinal, manter a Saúde deles e melhorar sua qualidade de vida é o que todos queremos. Com bom senso e inteligência, e comprometimento avançaremos ainda mais na Defesa da Vida Animal.

Eduardo Ribeiro Filetti é médico veterinário pós-graduado em Saúde Pública e professor universitário

Lei estadual de SP prevê focinheira para cães de algumas raças

Cães das raças “mastim napolitano”, “pitbull”, “rotweiller”, “american stafforshire” devem sempre usar equipamentos de segurança em vias públicas

A Lei Estadual n0 11.531 de 11/11/2003, homologada pelo então governador Geraldo Alckmin, proíbe a circulação de cães das raças “mastim napolitano”, “pitbull”, “rotweiller”, american stafforshire” e raças derivadas sem os seguintes equipamentos: coleira, guia curta, enforcador e focinheira em vias públicas, como ruas, praças e parques. Dessa forma quem não cumprir a lei pode ser multado em mais de R$ 270,00 e no caso de reincidência o valor dobrará.

De acordo com o advogado Bruno Neves, o proprietário ou detentor do animal responde civil e criminalmente pelos danos que este vier a causar a terceiros, estando sujeito à reparação por danos materiais, morais e estéticos sofridos pela vítima, além da pena de prisão de dez dias a dois meses, ou pagamento de multa.

O episódio envolvendo o ataque de um pitbull contra uma menina de 5 anos na orla da praia em São Vicente no último dia 27 de junho, levantou a polêmica sobre o assunto, segundo os pais da criança, o cachorro que estava passeando com o ex-deputado Luciano Batista não tinha focinheira.

A menina passou por uma cirurgia e já está melhor. A ação rápida da mãe e do deputado que lutaram contra o cão foi essencial para salvar a vida da criança.

Por essas circunstâncias, fica nítida a falta de informação sobre a lei, muitas pessoas que saem de casa com cachorros de raça, não levam a focinheira, por simplesmente desconhecer a legislação.

Existe ainda a falha de fiscalização e orientação das autoridades sobre o tema, o que seria de extrema importância para tais fatos não acontecerem novamente.

Cuidados

A pessoa que tem um cão destas raças que não podem sair sem proteção devem tomar diversos cuidados. Segundo o médico veterinário Eduardo Filetti, é fundamental seguir algumas recomendações “O ideal é sair com estes cachorros no começo da manhã e durante a noite, pois o horário recebe um fluxo menor de pessoas e também pela proteção do cão, pois a focinheira atrapalha a troca respiratória do animal, feita pela boca, devido as poucas glândulas sudoríparas, assim em temperaturas mais amenas é possível haver um equilíbrio térmico.

Filetti também enfatizou a obrigatoriedade do uso da focinheira em qualquer ambiente público. Além disso, a escolha dos usos de equipamentos de segurança, como as coleiras e o enforcador, devem ser realizadas com muita atenção para não machucar o cachorro.

Em caso de ataque de um cão, é necessário lavar o ferimento com água e sabão e também procurar atendimento nos hospitais, seguindo as normas passadas pelo médico.

Eduardo Ribeiro Filetti é médico veterinário pós-graduado em Saúde Pública e professor universitário

Saiba mais em: MUNDO DOS PETS

Em tempos de isolamento social, pets trazem benefícios à saúde de seus tutores

Animal de Estimação Propicia Saúde

*Eduardo Ribeiro Filetti é médico veterinário, professor da Universidade Santa Cecília, mestre em Saúde Pública e pós-graduado em clínica de felinos, e especialista em clínica médica e cirurgia de pequenos animais 

A Ciência já comprovou que animais de estimação fazem bem a saúde. Pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, terminaram estudo de 12 anos que mostrou que, para pessoas que vivem sozinhas, a presença de cães diminui em 33% as chances de morte e em 36% o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. A possibilidade de infarto cai 11%. Já para quem mora com mais pessoas, os benefícios são um pouco menores: risco de morte reduzido em 11% e de doenças do coração por volta de 15%. 

O amor incondicional que os animais de estimação têm por seus tutores e vice-versa é essencial para o combate de diversas doenças, principalmente os males emocionais. Chamado de pet terapia ou Terapia Assistida por Animais, o uso de bichos domésticos para fins terapêuticos já é reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina e pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Em alguns estados brasileiros, como Mato Grosso, São Paulo e Rio Grande do Sul, leis foram sancionadas para permitir a presença de animais de estimação em hospitais públicos e privados, como forma de auxílio terapêutico, em especial de doenças como depressão e ansiedade. 

As pesquisadoras Andreia Maria Heins Vaccari e Fabiane de Amorim Almeida do Hospital Albert Einstein constataram que a visita dos animais para crianças doentes descontrai o ambiente, propicia maior interação do paciente com os profissionais e demais crianças. Contribui também para que a criança se torne mais cooperativa nos procedimentos hospitalares, além de atuar como estratégia alternativa no alívio da dor e do desconforto. Constatam que essa atividade traz benefícios não só para a criança, mas também para os adultos que cuidam dela.

Um estudo feito pela Universidade de Nova York, mostrou que os pets são uma das melhores maneiras de combater o estresse. A pesquisa testou níveis de estresse nas pessoas em situações sozinhas, com seu parceiro, com seu animal e com seu parceiro e animal. Eles notaram que a ocasião de maior relaxamento e tranquilidade foi quando estava com seu animal.

Está claro que esta convivência reduz a sensação de solidão, a ansiedade e a depressão. O contato com os animais, faz os seres humanos produzirem mais hormônios como a ocitocina, prolactina e a serotonina que melhoram o humor.

Muitas famílias escolhem ter um cão para brincar com os filhos, outras preferem não ter animais pois acreditam que os filhos possam desenvolver alergias. Porém, a chance de a criança ter este tipo de problema são 40% menores tendo um animal de estimação. Isto porque a convivência com eles desenvolve um sistema imunológico mais forte, este efeito não acontece entre os adultos que já sofrem de alergias. Segundo cientistas da Universidade de Melbourne, animais de estimação podem fazer bem para a saúde das crianças. Depois de fazer uma pesquisa com aproximadamente 8.500 adultos, eles descobriram que as crianças que foram expostas a animais até os cinco anos tiveram menores taxas de alergia nasal na adolescência.

Criar um bicho em casa ajuda a reduzir a pressão sanguínea, colesterol e o triglicérides. Melhorando a função cardíaca e prevenindo doenças cardiovasculares. Passear com cachorro é uma boa maneira de perder peso, estas caminhadas diárias são mais frequentes do que se a pessoa não tivesse um animal de estimação.

Ter animal de estimação é efetiva medida preventiva para a saúde física e mental dos seres humanos.

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matéria para: Jornal da Orla

 

Leishmaniose na Baixada Santista – Tribuna Livre

Leishmaniose traz preocupação a Baixada Santista

A Baixada Santista  tem se deparado com muitos casos de Leishmaniose, o que tem preocupado muito a população, principalmente os proprietários de animais. Trata-se de uma doença infecciosa em animais e humanos causada por protozoários parasitários do gênero Leishmania transmitidos pela picada de insetos da subfamília Phlebotominae. Existem três tipos principais: leishmaniose cutânea, leishmaniose mucocutânea e leishmaniose visceral.

Casos

Hoje, contabilizamos mais  de 30 casos somente na  cidade de Santos. Não é um número de casos que qualifique como epidemia, mas é importante ficarmos atentos para evitarmos essa concretização.  Afinal, houve um surto dessa doença no Estado em 2018, preocupando as autoridades públicas de Saúde. Neste ano, houve muitos casos identificados no Morro do São Bento, em Santos, que torna de vital importância a propagação das causas, prevenção e consequências dessa doença que pode levar a óbito animais e seus donos.

Classificada entre as seis endemias prioritárias no mundo (segundo o Ministério da Saúde), a Leishmaniose acomete principalmente cães, gatos e humanos, e é desconhecida por muitas pessoas. Os números revelam o impacto dela no Brasil: 90% dos casos da Leishmaniose Visceral Canina na América Latina acontecem no Brasil. Entre o ano de 2009 e 2013, 18 mil casos foram confirmados em humanos. A doença vem ganhando a atenção de todos, pois os casos estão aumentando a cada ano, assim como a taxa de mortalidade de cães e humanos.

Os cães são considerados reservatórios da Leishmaniose e fonte de infecção para o vetor (inseto). Ou seja, a doença não passa de cão para cão, nem de cão para pessoa, somente pela picada do mosquito transmissor infectado.

Os sintomas demoram de dois a três anos para aparecer no animal e incluem pele e mucosas com feridas, queda de pelos da orelha e em volta do nariz, emagrecimento e crescimento exagerado da unha. Os órgãos internos como fígado, baço e pulmão, são afetados. Já em humanos os sintomas são febre intermitente por semanas, fraqueza, perda de apetite, emagrecimento, anemia, palidez, aumento do baço e do fígado, comprometimento da medula óssea, problemas respiratórios, diarreia, sangramento na boca e nos intestinos. Quem apresentar os sintomas deve sempre procurar o veterinário de sua confiança.

Prevenção

Para prevenir, quem mora em área de mata devem usar repelentes e roupas de manga comprida – o mesmo vale para quem for fazer trilhas. Já os cães devem usar coleiras com repelente, ficar em áreas teladas e, se possível, serem vacinados contra o problema.

Importante esclarecer que a doença é qualificada como infecciosa, mas não é contagiosa. Não passa pelo toque, somente e exclusivamente pelo mosquito transmissor.

Poder Público

O Poder Público tem feito sua parte, tendo realizado exames e criado uma Comissão de Investigação, Prevenção e Controle da Leishmaniose e dado capacitação periódica aos agentes de controle de endemias e demais profissionais de saúde da rede municipal.

Cabe a população também agir nesse sentido, realizando exames e principalmente dando atenção aos nossos animais, colocando coleira repelente e mantendo em locais telados em caso que se confirme a doença que não tem cura, mas quanto antes identificada facilita o controle e o tratamento da doença.

Se todos nos empenhamos, a Leishmaniose não vencerá essa guerra na Baixada Santista.

Eduardo Ribeiro Filetti é médico veterinário pós-graduado em Saúde Pública e
professor universitário

Eduardo Filetti passa para a cadeira número 72 do INSTITUTO HISTÓRICO DE SÃO VICENTE

Confrade e Amigo Eduardo Filetti,

No dia do seu Aniversário, além do abraço de Amigo e Confrade,
gostaria de agradecer pela Amizade que cultivamos nestes anos de
convivência.

Feliz Aniversário, com  muita PAZ, LUZ, e  muita SAÚDE.

Que no dia de hoje, esteja acompanhado das pessoas que lhe querem
bem.

Um abraço forte,

Adm. Edson Santana do Carmo
Confrade Diretor Secretário do IHGSV

(*) Informo que houve uma redução do número de Cadeiras no IHGSV que passou
de 200 para 100, e por conta da reestruturação, você passou a ocupar a
Cadeira de nº 72 cujo Patrono é Vital Brazil.

Eduardo Ribeiro Filetti é Eleito Conselheiro do Instituto Histórico de Santos

Instituto Histórico e Geográfico de Santos

Fundado em 19 de janeiro de 1938

Utilidade Pública: Leis nº 1073/49 (Municipal) / nº 6372/61 (Estadual) / nº 865/49 (Federal)

CNPJ: 58.250.358/0001-52

Av. Conselheiro Nébias, 689 – Santos/SP – Tel: (13) 3222-5484

Santos, 30 de junho de 2020.                                                                                   IHGS-012/2020

 

DIRETORIA E COMISSÕES PERMANENTES DO IHGS NO PERÍODO 2020-2021

 

Apresentamos a relação dos cargos de nossos Confrades e Confreiras em referência:

 

                                 Diretoria

Presidente:         Sergio Willians dos Reis

Vice-Presidente: Lupércio Mussi

Secretário:          Luis Gilberto Moreira Corrêa

Tesoureira:         Marli Nunes de Souza

 

Conselho fiscal

Tânia Pratas Guimarães Rios                  Suplentes:

Clóvis Pimentel Júnior                              Milton Teixeira Filho

José Geraldo Gomes Barbosa                 Eduardo Ribeiro Filetti

 

                                 Comissões Permanentes

 

História do Brasil                                   História do Estado de São Paulo

Edson Santana do Carmo (Coord.)         Maria Apparecida Franco Pereira (Coord.)

Igor Meneses Lopes                                Gabriel Davi Pierini

José Geraldo Gomes Barbosa                Tânia Pratas Guimarães Rios

Jorge Monteiro Junior

Paulo José Gallotti Bonavides

 

Geografia                                                Biblioteca e Genealogia

Sergio Willians dos Reis (Coord.)            Valderedo Teixeira Junior (Coord.)

Gilselia Lemos Moreira                            Adelson Portella Fernandes

Maria Zilda da Cruz                                 Hermínia Cristina Ladaga Mariano Teixeira

 

Acervo Patrimonial                                Publicações oficiais

Luis Gilberto Moreira Corrêa (Coord.)     João Jorge Peralta (Coord.)

Lupércio Mussi                                         Braz Antunes Mattos Netto

Milton Teixeira Filho                                 Carolina Hervelha Ramos

 

Eventos                                                  Comunicação e Tecnologia

Marli Nunes de Souza (Coord.)               Elcio Rogério Secomandi (Coord.)

Clóvis Pimentel Júnior                             Lúcia Maria Teixeira

Rogério Aparecido Dedivitis                    Gilmar Domingos de Oliveira

 

Atenciosamente,

 

Eng. Luis Gilberto Moreira Corrêa

Confrade Diretor Secretário

A pandemia e os cuidados ao passear com seu cão de raça

A pessoa que tem um cão das raças que não podem sair sem proteção devem tomar diversos cuidados.
Segundo o médico veterinário Eduardo Filetti é fundamental seguir algumas recomendações “O ideal é sair com estes cachorros no começo da manhã e durante a noite, pois o horário recebe um fluxo menor de pessoas e também pela proteção do cão, visto que a focinheira atrapalha a troca respiratória do animal que é feita pela boca, por conta das poucas glândulas sudoríparas, assim em temperaturas mais amenas é possível haver um equilíbrio térmico.
Filetti também enfatizou que é obrigatório o uso da focinheira em qualquer ambiente público. Além disso, a escolha dos usos de equipamentos de segurança, como as coleiras e o enforcador devem ser seguidos com muita atenção para não machucar o cachorro.

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Eduardo Ribeiro Filetti, médico veterinário e professor, para edição de julho do Boqnews

Rádio 102,1 FM – 05 de dezembro de 2018

Eleições 2018

Terminando o primeiro turno das eleições temos que parabenizar os participantes da nossa região principalmente os vencedores.Infelizmente não aumentamos a nossa representatividade no Legislativo Estadual e na Câmara dos Deputados o que é preocupante.

A maior dificuldade do futuro presidente vai ser lidar com os grandes problemas  do Brasil que vem derretendo desde os tempos da presidente Dilma Roussef. A entrada de Michel Temer sendo ou não golpe dividiu o Brasil .Não vai ser dando dinheiro aos pobres sem investir em educação , saúde , segurança ou resolver tudo na bala que vamos sair do atoleiro que o país se encontra. Os Estados Unidos também estão divididos e a economia esta indo bem.Após o segundo turno das eleições temos que apoiar e fiscalizar os nossos eleitos e trabalhar duro para construir um Brasil novo.