O infectologista Evaldo Stanislau explica que as chances de cura são altas, mas o paciente precisa ser diagnosticado o mais rápido possível e tratado adequadamente.

“O corpo briga para segurar essa inflamação e tudo depende de onde o fungo se instala. São causadas disfunções, edema cerebral e comprometimento respiratório”, explica Stanislau.

Para evitar a doença, cuidados simples são mais do que suficientes. Manter bons hábitos de higiene, como lavar sempre as mãos, alimentar-se adequadamente e fazer atividade física com frequência ajudam a manter a imunidade alta, ou seja, a se manter mais seguro.

O animal

Estudioso de pombos há 19 anos, o veterinário Eduardo Filetti diz que a população desses animais cresceu de 50 mil em 2000 para 250 mil em 2019 e só em Santos.

“Eles se adaptam com o tempo. Hoje, comem iogurte, fast food e tudo o que damos para eles”.

O especialista explica ainda que quem o alimenta é responsável por 4% do aumento na população do animal. Os outros 96% vêm de grãos do Porto, alimentos expostos e arquitetura antiga, ambientes que favorecem a
proliferação.

Outro agravante, segundo Filetti, é quase não ter predadores na cidade, como gavião.

“Apesar de não termos uma epidemia, é preciso controlar a reprodução doanimal. Isso já é feito na Europa, onde colocam um anticoncepcional na comida dos pombos três vezes ao ano. Em oito anos, já veríamos os
resultados”.

O infectologista Evaldo Stanislau explica que as chances de cura são altas, mas o paciente precisa ser diagnosticado o mais rápido possível e tratado adequadamente.

“O corpo briga para segurar essa inflamação e tudo depende de onde o fungo se instala. São causadas disfunções, edema cerebral e comprometimento respiratório”, explica Stanislau.

Para evitar a doença, cuidados simples são mais do que suficientes. Manter bons hábitos de higiene, como lavar sempre as mãos, alimentar-se adequadamente e fazer atividade física com frequência ajudam a manter a
imunidade alta, ou seja, a se manter mais seguro.

O animal

Estudioso de pombos há 19 anos, o veterinário Eduardo Filetti diz que a população desses animais cresceu de 50 mil em 2000 para 250 mil em 2019 e só em Santos.

“Eles se adaptam com o tempo. Hoje, comem iogurte, fast food e tudo o que damos para eles”.

O especialista explica ainda que quem o alimenta é responsável por 4% do aumento na população do animal. Os outros 96% vêm de grãos do Porto, alimentos expostos e arquitetura antiga, ambientes que favorecem a
proliferação.

Outro agravante, segundo Filetti, é quase não ter predadores na cidade, como gavião.

“Apesar de não termos uma epidemia, é preciso controlar a reprodução do animal. Isso já é feito na Europa, onde colocam um anticoncepcional na comida dos pombos três vezes ao ano. Em oito anos, já veríamos os
resultados”.

O infectologista Evaldo Stanislau explica que as chances de cura são altas, mas o paciente precisa ser diagnosticado o mais rápido possível e tratado adequadamente.

“O corpo briga para segurar essa inflamação e tudo depende de onde o fungo se instala. São causadas disfunções, edema cerebral e comprometimento respiratório”, explica Stanislau.

Para evitar a doença, cuidados simples são mais do que suficientes. Manter bons hábitos de higiene, como lavar sempre as mãos, alimentar-se adequadamente e fazer atividade física com frequência ajudam a manter a
imunidade alta, ou seja, a se manter mais seguro.

O animal

Estudioso de pombos há 19 anos, o veterinário Eduardo Filetti diz que a população desses animais cresceu de 50 mil em 2000 para 250 mil em 2019 e só em Santos.

“Eles se adaptam com o tempo. Hoje, comem iogurte, fast food e tudo o que damos para eles”.

O especialista explica ainda que quem o alimenta é responsável por 4% do aumento na população do animal. Os outros 96% vêm de grãos do Porto, alimentos expostos e arquitetura antiga, ambientes que favorecem a
proliferação.

Outro agravante, segundo Filetti, é quase não ter predadores na cidade, como
gavião.

“Apesar de não termos uma epidemia, é preciso controlar a reprodução do
animal. Isso já é feito na Europa, onde colocam um anticoncepcional na
comida dos pombos três vezes ao ano. Em oito anos, já veríamos os
resultados”.