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Pombos são alimentados em casa de São Vicente e vizinho reclama
CURSOS 05-06-2015
João Roberto Ribeiro dos Santos
Vizinho afirma que pombos são alimentados e por isso se reúne em residência de São Vicente

 


De A Tribuna On-line
05/06/2015 - 15:33 - Atualizado em 05/06/2015 - 22:32

 

 

 

 

 


A grande quantidade de pombos em uma residência localizada na Rua Visconde do Rio Branco, no Centro, em São Vicente, é motivo de reclamação para os vizinhos, que têm medo das doenças que podem ser transmitidas por essas aves.


Segundo João Roberto Ribeiro dos Santos, que mora no 10º andar do prédio ao lado da residência, desde que se mudou para o local, há dois meses, vê, quase que diariamente, o acúmulo de pombos na casa.


"Eles ficam ali porque são alimentados. É um absurdo. Tem aves que ficam nas janelas dos apartamentos até o 6º andar. Eu moro no 10º e tenho que manter as minhas (janelas) fechadas, porque eles também já chegaram aqui. É preciso fiscalização, os pombos podem transmitir doenças", afirma o vizinho.

 

 


Na manhã desta sexta-feira (5), João Roberto fez imagens da área externa da casa e contabilizou "pelo menos 80 pombos". "O fato das pessoas alimentarem os animais faz com que eles se concentrem ali. Pombos já são normais na praia. É muita falta de higiene vê-los por aqui (área residencial) também. É complicado".


Você tem flagrantes, reclamações, sugestões de pauta ou denúncias? Entre em contato com o jornal A Tribuna por meio do WhatsApp. Envie mensagem para (13) 9 9655-8581 com nome completo e cidade de onde escreve.

Em nota, a Prefeitura de São Vicente afirma que vai averiguar o local da denúncia e que faz campanha de conscientização sobre o tema por meio de palestras e distribuição de folhetos educativos. Denúncias podem ser feitas no Centro de Controle de zoonoses pelo número 3561-1604.


Levantamento


A Baixada Santista tem um pombo para cada 2,6 moradores. O dado faz parte do último estudo, de 2007, sobre a população de pombos realizado na região pelo médico veterinário Eduardo Ribeiro Filetti, em parceria com a Universidade Santa Cecília (Unisanta).


Uma nova pesquisa que identificará o perfil infecto-parasitário dos pombos que voam entre as cidades de Santos e São Vicente está sendo realizada, com previsão para terminar em novembro.


Quando o primeiro estudo foi realizado, em 1995, a população de pombos da região era estimada em 80 mil aves. Repetida a pesquisa em 2007, o número dobrou para 160 mil.


Filetti explicou que o alto número de pombos se deve a três causas principais. "(Ocorre) pela não existência de gaviões na Baixada, que são os predadores naturais dos pombos, também pela abundância de alimentos, em especial no Porto, e também pela cultura das pessoas de alimentar os pombos e de não recolher adequadamente restos de alimentos na orla da praia".


Segundo o veterinário, é preciso entender que o controle de pombos leva saúde à população. "Se uma pessoa come uma carne mal passada de um pombo, por exemplo, pode desenvolver toxoplasmose. Se tem contato com as fezes desta ave, pode desenvolver problemas dermatológicos e reações alérgicas de difícil diagnóstico".

 






 
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